terça-feira, 30 de junho de 2009

método clínico

A primeira vez que desenvolvemos a prática do Método Clínico em nossa escola foi com uma aluna de 7 anos, cursando o segundo ano do ensino fundamental desenvolvemos o teste da massinha de modelar para observação de quantidade e constatamos que a menina possui os conceitos bem definidos de quantidade.
Logo em seguida tivemos a aula presencial que veio enriquecer nossa experiência, a professora aplicadora aplicou o teste com a filha de uma colega que estava na aula, após em grupos discutimos com as colegas sobre o andamento do teste , como ocorreu, o que aconteceu de especial, então com esta troca percebemos a importância da realização destes testes para identificarmos possíveis dificuldades em nossos alunos ou para sabermos se eles já dominam algumas noções.
Aplicamos o segundo teste, utilizando outro método e outro conceito com a mesma menina.
Constatamos então que realmente esta menina apresenta domínio na série que atua, porque não apresentou nenhuma dificuldade.
O mesmo teste foi realizado com um menino da mesma turma com fichas coloridas testando a conservação do número. Este menino demonstrou que ainda não domina bem esta aptidão e segundo sua professora ele apresenta dificuldades também em sala de aula.
Concluí que o método Clínico pode nos auxiliar no sentido de detectar possíveis dificuldades apresentadas por nossos alunos, mostrando-nos os níveis em que se encontram e dessa forma buscar a melhor maneira para ajudá-los a desenvolverem suas habilidades.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

EPISTEMOLOGIA

No trabalho realizado em Psicologia sobre epistemologia genética pude identificar com qual modelo pedagógico e epistemológico minha prática escolar mais se aproximam porque
procuro continuar o processo de leitura e escrita partindo do conhecimento prévio trazido pelo aluno, proporcionando a eles contato com vários tipos de textos ilustrados, desenhos, palavras e jogos e a interação entre sujeito e objeto. Também procuro provocar conflitos cognitivos levando meus alunos a pensar, selecionar, optar e conferir suas escolhas refazendo-as se necessário. Procuro oferecer condições para que eles tornem-se agentes do processo ensino aprendizagem, direcionando-os, questionando-os, permitindo e exigindo ações. De acordo com a leitura do texto identifico meu trabalho com a epistemologia relacional por acreditar que o aluno não é uma tábua rasa e sim um ser que traz consigo bagagens que servem para desenvolver a construção de novos conhecimentos.

REFLEXÕES SOBRE ENSAIO DE ADORNO

Lendo o texto Educação após Auschwitz percebi a importância da escola na formação do indivíduo e que somente com uma boa educação familiar, reforçada pela educação escolar, poderemos evitar barbaries como a relatada no texto futuramente.
Apesar de se ouvir diariamente através dos meios de comunicação relatos de violências de todos os tipos ocorridas dentro das escolas, ou seja violência verbal e violência física.
É preciso repensar a educação de forma que a mesma encontre soluções para resolver os problemas de violência que estão ocorrendo.
Penso que a solução talvez fosse criar projetos que envolvam esportes, dança, arte,etc. Ocupando o tempo ocioso dos alunos com algo que lhes proporcione prazer e ao mesmo tempo lhes imponha regras.
Pais e familiares são os principais exemplos de conduta para as crianças, mas o professor também tem papel importante na formação emocional delas. Se o professor grita e resolve os conflitos em sala de aula de maneira agressiva, a criança pode reproduzir essa atitude. E a função da escola é civilizar o indivíduo não sendo transigente com a agressividade.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

REFLEXÕES DA MINHA PRÁTICA

Através da leitura do texto Educação após Auschwitz percebi a importância da escola na formação do indivíduo e que somente com uma boa educação familiar, reforçada pela educação escolar, poderemos evitar barbaries futuras como a que o texto relata.
Apesar de se ouvir diariamente através dos meios de comunicação relatos de violências de todos os tipos ocorridas dentro das escolas, ou seja violência verbal e violência física.
É preciso repensar a educação de forma que a mesma encontre soluções para resolver os problemas de violência que estão ocorrendo.
Penso que a solução talvez fosse criar projetos que envolvam esportes, dança, arte,etc. Ocupando o tempo ocioso dos alunos com algo que lhes proporcione prazer e ao mesmo tempo lhes imponha regras.
É preciso ressaltar que pais e familiares são os principais exemplos de conduta para as crianças, mas o professor também tem papel importante na formação emocional delas. Se o professor grita e resolve os conflitos em sala de aula de maneira agressiva, a criança pode reproduzir essa atitude e a função da escola é civilizar o indivíduo não sendo transigente com a agressividade exagerada.
Com as leituras de texto e tudo que tenho aprendido no curso fez com que eu mudasse a minha maneira de trabalhar em sala de aula, antes eu a trabalhava com métodos tradicionais adquiridos através da minha formação e anos de trabalho seguindo o mesmo modelo. Hoje relacionando minha prática com as teorias abordadas no curso, procuro ouvir mais meu aluno, oferecendo oportunidade para que ele reflita e construa sua aprendizagem de forma lúdica e mais atrativa.

terça-feira, 9 de junho de 2009

DESENVOLVIMENTO MORAL NA CRIANÇA

Ao ler o texto Significações na escola: Equívocos da compreesão dos processos de desenvolvimento moral na criança da interdisciplina de Psicologia relacionei-o com os acontecimentos ocorridos em minha escola.
Parece que uma onda de violência está acontecendo com os alunos da mesma, pois o assunto dos professores do ensino fundamental na hora do intervalo é somente sobre o comportamento dos alunos.
Constatei através das leituras que esse problema que tanto preocupa os professores nada mais é do que crianças fazendo justiça sob sua forma de compreensão e que isso faz parte de um dos processos de desenvolvimento da criança.
Segundo Piaget é nessa idade que elas estão construindo as noções de justiça, solidariedade e responsabilidade.
Mas acredito também que é nesta faixa de idade que a escola deve investir na formação do caráter dos alunos .
É dever da escola trabalhar os conceitos acima citados para que os alunos encontrem sua autonomia, evitando a agressividade.